sábado, 21 de março de 2009

Marília de Dirceu - Tomaz Antonio Gonzaga

Acabe, acabe a peste matadora,
Sem deixar uma rês, o nédio gado.
Já destes bens, Marília, não preciso:
Nem me cega a paixão, que o mundo arrasta;
Para viver feliz, Marília, basta

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